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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Conexões de IoT já superam as de smartphones nos Estados Unidos




Caso alguém ainda tenha alguma dúvida sobre o fato de a Internet das Coisas já ser uma realidade, aqui vai um argumento consistente para fazê-lo mudar de ideia: pela primeira vez, as operadoras dos Estados Unidos computaram que o número de conexões IoT superou as de smartphones.
Segundo estatísticas compiladas pela Chetan Sharma Consulting, quem consideram o segundo trimestre do ano, a quantidade de veículos conectados às redes celulares norte-americanas superou o número de conexões de outros aparelhos.
A consultoria estima que as telcos dos Estados Unidos conectaram cerca de 1,4 milhão de veículos a suas infraestruturas nos últimos três meses. A título de comparação, foram 1,2 milhão de telefones e menos de 900 mil tablets conectados no mesmo período.
É importante salientar que as vendas de telefones entre abril e junho não são tão intensas quando no final do ano, momento marcado pelo lançamento de novos aparelhos e datas de estímulo ao consumo (como Natal e a Black Friday). Porém, a estatística reforça a ideia de que IoT já se consolida como uma realidade.
A AT&T, que lidera conexões para veículos, afirma que está adicionando mais dispositivos enquadrados como Internet das Coisas do que devices de telefonia pelos últmos sete trimestres consecutivos. Segundo a Sharma, a operadora atenderá um total de 10 milhões de carros conectados a sua rede em breve.
Segundo a consultoria, está demorando um pouco para que os consumidores comecem a usar esses serviços embarcados nos automóveis. A explicação está no fato de que muitas pessoas ainda preferem usar seus próprios dispositivos pessoais para algumas tarefas que já poderiam ser executadas a partir da tecnologia disponível nos veículos. Ao mesmo tempo, o modelo de negócios ainda não está totalmente definido para impulsionar esse tipo de serviços.
Carros conectados, porém, não são os únicos dispositivos de IoT nas redes de celular. A Sharma destaca outras aplicações, como sistemas de gestão de frota e rastreamento logístico, além de sistemas orientados a cidades inteligentes.

FONTE: idgnow.com.br

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Medicina em nível tecnológico.




Médicos da Universidade de Tóquio reportaram que o sistema de inteligência artificial da IBM, o Watson, diagnosticou um tipo raro de leucemia em uma mulher de 60 anos, que foi diagnosticada incorretamente meses antes. 
E o Watson levou apenas 10 minutos para isso. A tecnologia conseguiu o feito ao comparar as mudanças genéticas da paciente com uma base de dados de 20 milhões de artigos científicos sobre câncer. Ao oferecer um diagnóstico preciso, médicos agora conseguirão dar um tratamento apropriado e mais assertivo a paciente, aumentando as chances de sua recuperação. Segundo a mesma universidade, Watson também diagnosticou outra forma rara de leucemia em outro paciente. 
O sistema de computação cognitiva da IBM tem sido alimentado com casos e milhões de páginas de artigos de pesquisa desde 2011 e desde 2013 se tornou disponível para médicos e companhias de seguro de saúde. 
Pesquisadores ao redor do mundo têm colocado sistemas de inteligência artificial como a próxima fronteira da medicina. O recente diagnóstico feito pelo Watson reforça como a tecnologia pode ser útil no contexto médico. Com tecnologias similares, médicos humanos não precisariam gastar anos em pesquisa para identificar uma doença rara ou esperar para que outros pesquisadores e universidades avancem a pesquisa. Para isso, eles só precisariam informar os dados de um paciente. E com um diagnóstico preciso, o processo de cura fica mais próximo da realidade.
Além de diagnosticar doenças raras, o Watson poderia oferecer doses ideais de medicamentos para cada paciente baseado em seu histórico genético.
A capacidade do Watson para analisar o significado e contexto da linguagem humana e rapidamente processar informações para encontrar respostas precisas, pode auxiliar nas tomadas de decisão de médicos e enfermeiros, identificar conhecimentos e informações enterrados em grandes volumes de informação e oferecer respostas que não podem ter considerado para ajudar a validar as suas próprias ideias ou hipóteses.
Os pesquisadores da IBM passaram quatro anos desenvolvendo o Watson. A máquina é capaz de processar 80 trilliões de operações (teraflops) por segundo. Tem cerca de 2.800 núcleos de processadores IBM Power7 e 16 terabytes de memória funcional. Na construção do Watson, a IBM usou tecnologia do MIT, University of Texas, University of Southern California, Rensselaer Polytechnic Institute, University at Albany, University of Trento, University of Massachusetts e Carnegie Mellon University.

FONTE: idgnow.com.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Apple compra startup de Inteligência Artificial fundada por brasileiro




A Apple comprou na última semana a startup de inteligência artificial Turi, criada pelo brasileiro Carlos Guestrin. O negócio teria sido fechado por cerca de 200 milhões de dólares, segundo informações da Bloomberg, que cita pessoas próximas do assunto como fonte.
Iniciada em 2009 como um projeto open-source de Guestrin na universidade Carnegie Mellon, a Turi também já foi chamada de GraphLab e Dato.
A Turi, que oferece serviços que auxiliam desenvolvedores que trabalham com machine learning (aprendizado de máquina), possui sistemas que permitem a criação de ferramentas de recomendação, detecção de fraudes e análise de padrões de uso de consumidores, entre outras coisas.
Vale lembrar que recentemente a Apple também comprou outras empresas de aprendizado de máquina como Emotient, Percpetio e VocallQ.
Procurada pela reportagem da VentureBeat sobre a aquisição, a Apple disse apenas que compra empresas menores de tecnologia de tempo em tempos e que não costuma comentar seus planos ou objetivos.

FONTE: idgnow.com.br

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Empresa supera Apple e oferece US$500 mil para quem achar bugs no iOS




Uma empresa de segurança está oferecendo até 500 mil dólares por informações sobre vulnerabilidades “dia zero” no iOS, superando com folga o recém-anunciado programa da própria Apple.
Nesta terça-feira, 09/08, a Exodus Intelligence, com base no Texas, vai pagar entre 5 mil dólares e 500 mil dólares por vulnerabilidades “dia zero” relacionadas ao iOS 9.3 (ou versão mais recente).
Essas vulnerabilidades dia zero são falhas de software que não foram detectadas pela Apple, o que as torna muito vulneráveis, especialmente para cibercriminosos que podem usá-las para hackear iPhones.
O anúncio da Exodus pode acabar com o interesse de interessados em participar do programas de caça de bugs da Apple, revelado há poucos dias com recompensa máxima de 200 mil dólares por vulnerabilidades críticas.

FONTE: idgnow.com.br

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

CEO e fundador da Google Ventures, Bill Maris deixa companhia

  Bill Maris, CEO e fundador do braço de investimentos do Google está deixando a companhia, segundo informações da Recode
Nessa quarta-feira (10), o site publicou uma entrevista com o executivo. Segundo Maris, a decisão de deixar a companhia é pessoal e também “por que tudo está ótimo” com a GV (Google Ventures). "Eu tenho um filho de 11 meses e uma esposa. E eu quero de fato ficar mais tempo com eles. É uma missão cumprida para mim", diz.
 “A GV é vista como uma operação de capital de risco bem sucedida ao redor do mundo. Se não estivesse em ótimas condições, seria o momento errado para sair. Eu estou deixando a companhia por que tudo está ótimo”, complementa.
 Oficialmente, Maris deixa a empresa na sexta-feira e será substituído por David Krane, sócio-manager da Google Ventures. 
 Maris é neurocientista de formação e transformou a GV em uma das empresas de investimento mais notáveis do mercado, confiando em dados científicos para suas decisões de aporte. A empresa, fundada em 2009, investiu em mais de 300 companhias, incluindo o Uber. 
 Indagado pelo repórter Mark Bergen, do Recode, se sua saída teria relação com a criação da Alphabet (holding lançada no ano passado para agrupar todas as divisões de negócio do Google), Maris nega. "Não tem nada a ver. Por que a mudança para Alphabet nos trouxe pouco impacto. Nós fomos independentes desde o primeiro dia", ressalta. 
 Reportagem da Fortune lembra que Maris é o segundo CEO de uma companhia da Alphabet a pedir demissão neste ano, seguido de Tony Fadell, da Nest, em junho. Chris Urmson, membro chave do projeto de carros autônomos do Google, também deixou a companhia recentemente.

Sobre seus planos futuros, Maris diz que precisa de um pouco de tempo e isolamento. "Eu sou uma pessoa criativa. E eu acredito que um mês ou dois me ajudará a incubar algumas ideias".

FONTE: idgnow.com.br