• Facebook

    Acesse nossa página no face para obter novidades.

  • Oportunidades

    Não se esqueça de olhar a página de oportunidades, todas as vagas para estágios oferecidas estarão lá.

  • Calendário Academico

    Já está disponível o calendário academico de 2017. Não perca a datas das provas!

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Quanto você vale para as empresas de tecnologia?

Desenho com empresas de tecnologia
Reprodução/HowMuch.net




Você tem ideia de quanto vale para as empresas de tecnologia das quais é cliente? O site How Much, de informações de custos, usou um método simples para esse cálculo. A equipe pegou o valor de mercado das principais empresas do setor (entre elas Google, Facebook, Amazon e Alibaba) e dividiu esse número pela quantidade de usuários ativos.
Vale ressaltar que o cálculo é extremamente simples. É apenas uma média e não quer dizer que você dê esse valor para a empresa com certeza. Os usuários mais valiosos são os da Amazon, valendo 733 dólares cada um.
Veja a seguir o cálculo feito com 12 empresas do setor de tecnologia.
Amazon
Amazon


Valor de mercado: US$ 198 bilhões
Usuários ativos: 270 milhões 
Valor de cada usuário: US$ 733

Alibaba
Trabalhadores na sede da Alibaba em Hangzhou, província de Zhejiang, na China
Valor de mercado: US$ 217 bilhões
Usuários ativos: 350 milhões
Valor de cada usuário: US$ 621


eBay
eBay

Valor de mercado: US$ 71 bilhões
Usuários ativos: 152 milhões 
Valor de cada usuário: US$ 474


Google
A pulseira está sendo desenvolvida pelo Google X, o laboratório de inovação da empresa
Valor de mercado: US$ 364 bilhões
Usuários ativos: 2 bilhões
Valor de cada usuário: US$ 182


Facebook
Mark Zuckerberg, CEO do Facebook
Valor de mercado: US$ 227 bilhões
Usuários ativos: 1,4 bilhão 
Valor de cada usuário: US$ 158


Tencent
1. Tencent
Valor de mercado: US$ 196 bilhões
Usuários ativos: 2 bilhões 
Valor de cada usuário: US$ 96



Twitter
Logo do Twitter
Valor de mercado: US$ 24,4 bilhões
Usuários ativos: 302 milhões 
Valor de cada usuário: US$ 81



Yahoo!
Sede do Yahoo!, em Sunnyvale, Califórnia

Valor de mercado: US$ 42,2 bilhões
Usuários ativos: 600 milhões 
Valor de cada usuário: US$ 70


LinkedIn
Linkedin
Valor de mercado: US$ 24,9 bilhões
Usuários ativos: 364 milhões 
Valor de cada usuário: US$ 69




Groupon
Groupon
Valor de mercado: US$ 4,5 bilhões
Usuários ativos: 160 milhões 
Valor de cada usuário: US$ 28



Zynga
Sede da Zynga em San Francisco, Califórnia

Valor de mercado: US$ 2,8 bilhões
Usuários ativos: 100 milhões
Valor de cada usuário: US$ 28


Yelp
Logo do site Yelp

Valor de mercado: US$3,5 bilhões
Usuários ativos: 142 milhões 
Valor de cada usuário: US$ 25

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Nem gêmeos conseguem enganar o reconhecimento facial do Windows 10







Uma das novidades do Windows 10 é o Hello, sistema que permite ao usuário fazer login em sua conta a partir de reconhecimento facial. Mas até que ponto esse recurso é seguro? Um teste feito por um jornal australiano mostra que nem mesmo irmãos gêmeos são capazes de enganar o olhar da Microsoft.

O teste colocou seis pares de gêmeos para tentar fazer login no Windows 10 através do Hello, e o sistema não falhou sequer uma vez. Em alguns casos, os participantes removeram óculos, mudaram o cabelo e até usaram as mesmas roupas. Mesmo assim, apenas os usuários que fizeram a primeira autenticação conseguiam fazer login em suas contas.

É importante lembrar que o Hello não está disponível em todos os dispositivos com Windows 10. Para ter acesso ao sistema de reconhecimento facial, é preciso que a máquina tenha uma câmera de alta precisão, como aquelas desenvolvidas com o sensor RealSense 3D da Intel. É por isso que colocar uma foto do usuário em frente à câmera também não vai funcionar.

Apenas 11 modelos de PC no mercado possuem suporte para o sistema, incluindo o Lenovo Yoga 314, usado no teste com os gêmeos. Ou seja, é possível que em outra máquina, com uma câmera levemente inferior, o Hello não fosse tão confiável. De qualquer forma, o Windows 10 garante um alto nível de segurança para os usuários.





quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Microsoft não contará mudanças em atualizações do Windows 10.




Com o lançamento do Windows 10 a Microsoft tomou uma decisão de mudar a forma como explicará a seus usuários o que faz cada um de seus patches.Segundo o The Register, a empresa decidiu tornar as explicações sobre os updates do sistema breves, não detalhando o que foi alterado em cada uma delas.
A Microsoft tem falado muito sobre o conceito de "Windows como serviço", um paradigma diferente de atualização do sistema operacional. Em que em vez de mais e mais versões serem lançadas (e cada uma delas cobrada dos usuários), as atualizações serão distribuídas gratuitamente para usuários de Windows 10. É uma forma de tornar a base de usuários (e experiência de uso) do Windows mais homogênea. No entanto, se a empresa continuar lidando com as atualizações do mesmo jeito, pouca informação sobre o que os patches realmente fazem será compartilhada com os usuários.
Apesar de o Windows 10 especificar todas as mudanças feitas no que diz respeito à segurança do sistema, quando as atualizações tratarem de novas funcionalidades e consertos para bugs, nada disso será detalhado. Nesses casos, tudo o que for atualizado será incluído em uma mensagem genérica como "Esta atualização inclui melhorias para aumentar as funcionalidades do Windows 10".
A medida impede que usuários saibam, por exemplo, quando for corrigido um bug em uma função que ele utiliza a menos que ele faça o teste. Segundo um porta-voz da empresa, em entrevista ao The Register, "Como fizemos no passado, postaremos artigos da Knowledge Base relevantes à maior parte das atualizações que entregamos com o Windows como serviço. Dependendo da importância do update e se ele traz nova funcionalidade para os clientes, podemos fazer promoção adicional das novas funções na medida em que as entregamos."
A empresa se reserva o direito de divulgar qualquer funcionalidade nova que o sistema vier a ter no futuro, mas essas funções não estarão discriminadas no relatório de mudanças.

FONTE: Exame.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Aprender programação é tão crucial quanto saber ler.


Mitchel Resnick, diretor do grupo Lifelong Kindergarten (MIT Media Lab), que utiliza as novas tecnologias para promover experiências de aprendizagem criativas, defende que a programação é uma das habilidades do século 21 e deveria ser tão importante quanto ler ou escrever. Segundo ele, em um mundo repleto de tecnologia, quem não aprender a programar será programado.
Para Michael, é importante aprender a codificar, não só pelas oportunidades de trabalho, mas pela possibilidade de ver o mundo de novas maneiras.
A programação seria um caminho para tornar as pessoas fluentes em novas tecnologias. Em sua palestra(que pode ser assistida abaixo) no evento Transformar 2014, organizado em parceria pelo Portal Porvir, Inspirare e Fundação Lemann, ele fala sobre a importância de desenvolver essa habilidade:




Quatro opções para aprender programação.
A boa notícia é que hoje existem diversas maneiras de pessoas de todas as áreas aprender programação. 
Code Amademy, que ensina online leigos a programar;
Hour of Code, movimento global que promove mutirões presenciais de ensino de programação; 
Code School e LearnCafe, com aulas virtuais que cobrem de HTML à Git. 


Fonte: EXAME.COM